GESTÃO COMPLETA DO FLUXO DE CAIXA

  • Quando apenas a reestruturação não é suficiente, ou quando a reestruturação deve abranger todos os níveis de fluxo de caixa (ou toda a companhia), faz-se necessária uma abordagem mais abrangente e diferenciada.
  • Adicionalmente, existe a constante necessidade de demonstrar aos credores (fornecedores, parceiros e instituições financeiras), e até mesmo aos clientes, a seriedade da empresa na implementação do turnaround.
  • Cabe salientar que as instituições financeiras estão cada vez mais exigentes com relação à sua exposição (risco), e estão cada vez mais dispostas a conceder linhas de créditos para empresas com gestão profissional.
  • Assim, e também no intuito de separar a figura de acionista da de administrador, muitas vezes confusas, diversas empresas profissionalizam a gestão através da contratação de empresas focadas no segmento.
  • Na gestão, inicialmente é elaborado, em conjunto com a direção e alta gerência da empresa, um plano de ação emergencial de curto prazo – período crítico – geralmente entre 30 e 90 dias, contemplando:
    • Foco no desenvolvimento de estratégias de turnaround;
    • Identificação e aumento de receitas (maximizar o caixa);
    • Redução dos custos ao mínimo absoluto;
    • Projeção dos fluxos de caixa operacional e financeiro;
    • Readequação do fluxo de caixa de financiamentos;
    • Implementação/Adequação de processos, procedimentos, políticas e controles.
  • Num segundo momento, a gestão foca no aperfeiçoamento de longo prazo do fluxo de caixa, englobando estratégias de mercado, produção, custos e despesas, vendas, compras, financiamentos, investimentos, trabalhistas, fiscal e tributário.